A oferta deste método através do Serviço de Planejamento Familiar exige treinamento dos profissionais envolvidos para medir, ensinar, aconselhar e acompanhar. Este parece ser um aspecto fundamental para a escolha e aderência ao diafragma. Os poucos serviços que o oferecem rotineiramente no País também estabeleceram um sistema de apoio à usuária do método.

Kalckmann et al., (1997) cita que a garantia de uma consulta de retorno e pronto atendimento após a escolha são pontos críticos importantes que deveriam ter sido adotados em seu estudo para impedir a desistência do método.
Uma limitação no aconselhamento do diafragma pode ser o estabelecimento de uma relação médico-paciente formal e distante. Mas outros profissionais como enfermeiras podem ser treinados para orientar e ensinar a sua colocação.

Se houver a preocupação do profissional com a comunicação, através da qual ele procura diálogos francos, não autoritários e um espaço de tempo para orientação e treinamento para seu uso, o diafragma poderá ser bem aceito por parte das mulheres.

No estudo de Cavalcanti e Bottona (1995) foi revelado que as mulheres aprenderam a utilizar o método muito facilmente, demandando do médico pouco tempo na orientação de seu uso. Portanto, o contato estreito, atividades lúdicas, boa comunicação e flexibilidade tornaram acessível a compreenção deste método. É um direito da mulher exigir do profissional a decodi-ficação da linguagem médica para melhor compreensão do que está acontecendo com seu corpo.

É uma forma de junto com o profissional caminharem para uma nova relação.
O diafragma é um método que exige uma atenção mais humana e natural com a cliente, frente aos outros métodos, que apenas se mantém uma orientação sem envolvimento. Ele transpõe a barreira do impessoal e passa para o pessoal. Atualmente, o diafragma enconta-se disponível em diversos serviços públicos de saúde, no país, dado que o Minstério da Saúde iniciou um programa de distribuição ás Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde para os anos 2001, e 2002.


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